A Igreja na Coréia

12/08/2014 08:09

A Igreja na Coréia

 

12 de agosto de 2014 Média da matéria
arguments.es / romereports.com
 

Apesar de serem uma minoria na Coreia do Sul, houve um crescimento significativo no número de católicos nos últimos 10 anos. Eles representam 10 por cento da população e cerca de 100 mil pessoas são batizadas a cada ano

           

 

Papa Francisco realizada na próxima semana viagem à Coreia do Sul (14-18 agosto), no que será sua primeira visita a um país asiático. O último papa a visitar este continente era São João Paulo II (Índia, 1999), que também realizou duas viagens a Coreia do Sul pastoral.

Os católicos são uma minoria na Coréia do Sul, mas nos últimos 50 anos aumentou de 1 para 10%. Há mais de 5'3 milhões de católicos, 4.600 sacerdotes e 10 mil monges e monjas, e 1.500 seminaristas.

Ele é atualmente o país com a maior taxa de conversões de adultos, batizados 150.000 por ano.

Coreia é única na história, porque a evangelização ocorreu principalmente secular. Ela pode literalmente se dizer que a Igreja neste país cresceu regada pelo sangue dos mártires, porque desde que ele sofreu sua começou há mais de cem anos de perseguição. O primeiro sacerdote coreano, Andrew Kim Taegon, foi martirizado em 1846, apenas 25 anos.

Como uma anedota, apesar dos 10.000 km que o separam da Espanha, Coreia é um dos países mais peregrinos contribui proporcionalmente ao Caminho de Santiago.

A situação na Coreia do Norte é radicalmente diferente porque é um dos países onde os cristãos são perseguidos hoje. O governo proibiu sua Missa atender com o Papa em Seul cidadãos.

Fonte: almudi.org

 

 


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