Apóstolos sem medo

22/08/2014 16:03

Religiosos e leigos em ação na África ocidental atingida pela epidemia de ébola · 

 

O último, trágico balanço é de mil e trezentos e cinquenta mortos só na África ocidental, nomeadamente em Serra Leoa, Libéria, Guiné e Nigéria. A epidemia de ébola não dá tréguas reunindo todas as força úteis para abrandar, pelo menos, a propagação do vírus. 

Encontram-se em primeira linha também muitos religiosos, alguns dos quais, como se sabe, se contam entre as vítimas. «Obrigados pela nossa responsabilidade pastoral, colaboramos com o Governo de Serra Leoa no esforço para sensibilizar a população sobre o perigo dos vírus ébola e sobre como prevenir a sua propagação», escrevem os missionários da ordem dos agostinianos Recoletos que trabalham na Serra Leoa, que com os seus seiscentos e quarenta e seis casos confirmados é a nação mais atingida juntamente com a Libéria.

São sete – refere a agência Fides – os agostinianos que decidiram ficar na missão não obstante os riscos. Trata-se de quatro filipinos e três espanhóis que prestam a sua obra em duas paróquias de Makeni, capital do distrito de Bombali. Outros missionários filipinos que se encontram na pátria para um período de repouso não podem regressar à Serra Leoa devido à proibição de viajar nos países em risco. «Cuidam das pessoas, administram os sacramentos, presidem a oração quotidiana com os fiéis. Isto – explica-o pe. Lauro Larlar, provincial da ordem para as Filipinas – é o que nós chamamos apostolado de presença, de modo que as pessoas não se sintam abandonadas. Quantos são atingidos pelo vírus sentem que a Igreja sofre com eles, que a Igreja trabalha para eles.

Fonte: L,OSSERVATORE ROMANO


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